7.8.12
Crítica "A Filha do Capitão" de José Rodrigues dos Santos
18.6.12
"Querido Papá", de Danielle Steel
Citação:
"Oliver rodeou a esposa com um braço e sorriu.(...) Tinha tudo, a vida que desejara, e uma mulher que fazia com que tudo valesse a pena. E não lhe sobrava a menor dúvida de que era o homem com mais sorte à superfície da Terra" p. 332
21.5.12
O Código da Inteligência - Augusto Cury
4.3.12
Crítica: "Por Favor não Matem a Cotovia" de Harper Lee
Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
Prémio Pulitzer
Durante os anos da Depressão, Atticus Finch, um advogado viúvo de Maycomb, uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos, recebe a dura tarefa de defender um homem negro injustamente acusado de violar uma jovem branca. Através do olhar curioso e rebelde de uma criança, Harper Lee descreve-nos o dia-a-dia de uma comunidade conservadora onde o preconceito e o racismo caracterizam as relações humanas, revelando-nos, ao mesmo tempo, o processo de crescimento, aprendizagem e descoberta do mundo típicos da infância. Recentemente, alguns dos mais importantes livreiros norte-americanos atribuíram grande destaque ao livro, ao elegerem-no como o melhor romance do século XX.
«Sem dúvida um verdadeiro fenómeno literário, este romance sulista não apresenta a mais pequena mácula nas suas delicadas folhas de magnólia. Divertido, alegre e escrito com uma precisão cirúrgica.» Vogue
«O estilo de Harper Lee revela-nos uma prosa enérgica e vigorosa capaz de traduzir com minúcia o modo de vida e o falar sulistas, bem como uma imensa panóplia de verdades úteis sobre a infância no sul dos EUA.» Time
“Por favor não matem a cotovia” é um livro impressionante. Narrado na primeira pessoa através de uma criança que, apesar de rebelde, é astuta e tão inocente quanto as outras.
Inicialmente, conta-se uma história simples e bonita de brincadeiras de crianças e os seus mistérios mas, com o desenvolvido da narrativa vamos nos apercebendo do envolvimento destas pessoas inocentes no processo judicial que o pai, Atticus Finch, estava a defender.
Por outro lado, no nosso dia a dia não temos tempo para reparar em injustiças e ainda menos vontade para nos aperceber delas. Contudo, pela visão de Scout conseguimos subtender os comentários e as opiniões maliciosas que vão correndo no livro. O quão inocente é esta criança que não percebe a diferença entre pretos e brancos, não entende porque o negros só podiam ir à Igreja no Domingo e os brancos quando quisessem, não sabe o porquê de a justiça para eles ser tão diferente da nossa e, principalmente, não compreende o que motiva este racismo.
Este livro alerta-nos ao racismo, à injustiça, à indiferença do povo. Apesar de ser uma história dos anos 30, tão actual que ela se encontra.
Definitivamente, recomendo a todos a lerem este livro e meditarem/reflectirem sobre a sociedade que nos inserimos.
“- Preferia que andasses aos tiros às latas no quintal, mas sei que vais andar atrás dos pássaros. Podes matar todos os gaios-azuis que encontrares, isto se lhes conseguires acertar, mas lembra-te que é pecado matar uma cotovia.”
Driqa*
20.1.12
Crítica: "Qualquer coisa de Bom" de Sveva Casati Modignani

• Autora: Sveva Casati Modignani
• Editora: Edições Asa
• Data Publicação: 2005-04-01 00:00:00
• P.V.P: 8,90 €
• N.º de páginas: 352
Sinopse: Uma herança inesperada e um amor que surge da vontade de ajudar aos outros.
Autores: Sveva Casati Modignani é um pseudónimo adoptado por um casal italiano, Bice Cairati e Nullo Cantaroni. Em público só aparece a mulher que se apresenta como Sveva. Esta dupla é muito conceituada na literatura italiana sendo a que mais sucesso alcança no estrangeiro.
Ludovica Magnasco de 29 anos é, a personagem principal, conhecida por Lula, uma rapariga afável, honesta, bonita, excelente cozinheira (os capítulos do livro tem nomes de receitas) e trabalhadora que começa como empregada a dias, posteriormente porteira de um prédio e no final gestora de um restaurante devido a uma misteriosa herança milionária de Alexandra Pluda Cavalii, uma residente do prédio (Lula descobre que era sua tia). Mas não é só do sucesso desta boa rapariga que o livro se debate mas no romance com o Dr. Guido Montini que no final da história acabam por casar. As várias prolepses retractam as histórias trágicas de amor da avó e mãe de Lula.
12.1.12
Crítica: " A Praia do Destino" de Anita Shreve
Autora: Anita Shreve
Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 416
Editor: Edições Asa
Sinopse
A arrebatadora história de um amor impossível. Uma meditação sobre o erotismos feminino e os preconceitos sociais.
Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de óston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carismático. Entre ambos nasce uma impensável e arrebatadora paixão. Sem ter em conta o sentido das conveniências ou da auto-preservação, Olympia mergulha de cabeça numa relação cujos resultados serão catastróficos - John tem quarenta anos, é casado e pai de quatro filhos…
Crítica:
“A Praia do Destino” é um livro que vi muitas vezes lá por casa, especialmente, porque a minha irmã o tinha junto à mesinha de cabeira. Os anos foram passando e o livro lá continuava. Assim, recentemente, decidi pegar-lhe e dar uma vista de olhos. Após várias tentativas de leitura, ontem finalmente consegui acabar de o ler.
Este livro reparte-se em três etapas muito bem identificadas. Conta-nos a história de um amor proibido entre Olympia, de 15 anos, e Haskel, com 40. Os primeiros capítulos centram-se em Olympia, na sua humilde e monótona vida e na visão que tem do mundo e do que a rodeia. Sendo esta uma parte um pouco secante, que me fez desistir o livro algumas vezes. No entanto, como o desenrolar dos acontecimentos esta apatia transformou-se numa adrenalina constante afim de tentar descobrir mais desta relação amorosa.
Simplesmente adorei o livro, a forma como a autora descreve as tradições e culturas da época, os preconceitos sociais, o papel submisso da mulher, a cultura franco-americana é fascinante. Chocante são as “disposições” que o pai de Olympia toma aquando o nascimento do filho desta, apenas por estar preocupado pela reputação dela e da família Biddford, ignorando a sua vontade. É, igualmente, gratificante a atitude desta rapariga quando decide recuperar o seu bem mais precioso, por isso para mim, a atitude desta após a leitura da sentença completamente insensata e irracional. Por outro lado, é magnífico o amor entre Olympia e Haskel que ambos sentem um pelo outro, mesmo após 4 anos de separação. Apesar de tudo o que sofreram e do sofrimento causado, estes dois amam-se incondicionalmente.
Afinal, tudo nesta vida se resumo ao mesmo: o amor entre homem e mulher e a forma como o concretizam, não interessa a idade nem o século em que nos encontramos pois, a vida é amor!
Excerto
"- Nunca deixei de te amar - diz ele - Nem por um minuto (...) Nunca pensei que um amor tão intenso pudesse perdurar por tanto tempo. (...) Nunca acreditei que isto fosse um erro.
(...)- Esta noite será nossa - diz ela - Vamos dormir um com o outro sem que ninguém nos perturbe."
P.S Podem encontrar a crítica de Monikita sobre o mesmo livro aqui: http://www.tastethisbook.blogspot.com/2010/02/critica-praia-do-destino-de-anita.html
Driqa*
12.9.11
Crítica: "Ainda bem que estás aqui" de Maria Daniela Raineri
"Ainda bem que estás aqui" é um livro de fácil leitura pois bastou duas noites para o terminar. Tal como indica a contra-capa, a história deste livro assemelha-se ao guião de um filme, é escasso em descrição e pormenores pecando bastante neste aspecto, baseado na acção e nada mais, ficando com a sensação que nada aprendemos depois sua leitura.
Apesar de conhecer pouco a cultura italiana, penso que a autora exagera um pouco nas personagens criadas, especialmente com Allegra, devido às suas atitudes exageradas e emotivas. Por outro lado, acho que falta à história imaginação e desenvolvimento, ficando à quem das expectitativas que o título pressupõe. Além disso, na minha opinião, é ridículo uma miúda viver com a amante do pai, depois da morte dos seus pais, sobretudo pela forma como os acontecimentos de desenrolaram. Talvez seja preconceito, mas a nossa sociedade é assim mesmo e eu não fugo à regra (por enquanto, espero). Por fim, admiro a atitude de Luisa ao aceitar de voltar Allegra mesmo depois de descobrir que esta dormiu com o namorado, do qual está grávida.
Concluindo, “Ainda bem que estás aqui” é um livro soft, o bastante para passar o tempo a ler intrigas de telenovelas.
Driqa*
23.4.11
Crítica: "Nômade" de Carlos Orsi Martinho

| Crítica: O “Nômade” de Carlos Orsi é um livro pequeno, de conteúdo acessível direccionado para os adolescentes. A sua história é narrada, essencialmente, por meio da acção da Peleu e Helena, ambos habitantes de Nômade, no módulo de Argos e Árcave, respetivamente. Apesar de, numa primeira parte, se incluir mais algumas personagens. Nômade? Mas afinal que planeta é este? Deixo esta curiosidade para vocês descobrirem (; Antes de iniciar a leitura deste livro confesso estive pouco apreensiva, pelo facto, de estar escrito em Português do Brasil, língua pessoalmente não aprecio. Contudo, “Nômade” conseguiu supreender-me, com uma linguagem acessível, não muito rica e enfraquecido das típicas expressões brasileiras, favorecendo-o. A história, em si, é criativa, interessante e recheada de imaginação, no entanto, falta a descrição pornomerizada dos momentos da acção, como quando Peleu e Helena atravessaram a muralha de fogo. Ainda não tinha percebido o que tinha acontecido realmente, e a acção já avançava velozmente. Senti que se perdeu muita informação dos acontecimentos narrados, informação essa, essencial. A rapidez da acção impediu o leitor de se envolver na narrativa. Apesar de estes temas não serem os meus preferidos, ler deste livro fez renascer em mim o “bichinho” da leitura, adormecido nestes últimos tempos. Assim, espero conseguir retomar os meus hábitos literários e dar um pouco mais de mim a este blog. Driqa* |
29.12.10
7.12.10
"Oferenda Mortal" Nora Roberts escreve como J.D. Robb
25.11.10
NATAL CIVILIZAÇÃO, LIVROS QUE SÃO UM ESPECTÁCULO
A Civilização está a desenvolver um passatempo com duas formas diferentes de participar:
se comprou um livro ou se não comprou um livro.
É um passatempo inovador pois o participante saberá se foi premiado ou não, através de uma animação em realidade aumentada.
Saiba tudo em www.natalcivilizacao.com, ganhe prémios e ainda pode doar livros à Cruz Vermelha Portuguesa.
12.9.10
Colocadas :)
Tatiana ->Biologia na UA
Tanas -> Gestão de empresas no ISCAC
Ðяiqa -> Economia na FEP
Mélodie -> Ciências Farmacêuticas na FFUP
Espero que o panorama tenha sido bom para a grande maioria das outras pessoas, os nossos amigos tiveram um panorama em todo semelhante ao nosso, salvo excepção :) o que nos deixou muitíssimo felizes!
Agora, só nos resta prepararmos as malas e o nosso pensamento para todos os desafios, bons e maus, que esta nova etapa nos apresentará!
OBA!! xD
(Foto de Joana Orêncio em Olhares.pt)
-Tatiana Moreira
28.7.10
Outra Nota ao Acaso
Toda a arte é uma forma de literatura, porque toda a arte é dizer qualquer coisa. Há duas formas de dizer – falar e estar calado. As artes que não são a literatura são as projecções de um silêncio expressivo. Há que procurar em toda a arte que não é literatura a frase silenciosa que ela contém, ou o poema, ou o romance, ou o drama. Quando se diz “poema sinfónico” fala-se exactamente, e não de um modo translato e fácil. O caso parece menos simples para as artes visuais, mas, se no prepararmos com a consideração de que linhas, planos, volumes, cores, justaposições e contraposições são fenómenos verbais dados sem palavras ou antes por hieróglifos espirituais, compreenderemos como compreender as artes visuais, e, ainda que as não cheguemos a compreender ainda, teremos, ao menos, já em nosso poder o livro que contém a cifra e a alma que pode conter decifração. Tanto basta até chegar o resto.
Álvaro de Campos, in “Presença”, nº48, Coimbra, Julho de 1936
Nota ao Acaso

15.7.10
Neste Verão as palavras sorriem! Passatempo

11.7.10
Crítica: “Nunca me esqueças”, Lesley Pearse
Sinopse:
Sobre a autora: Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te.
Opinião: Este livro baseou-se numa história verídica, que conta uma parte da vida de Mary Broad.
Mary Broad trata-se de uma filha de humildes pescadores da Cornualha, que irá passar por muitos sofrimentos, depressões, paixões, traições e humilhações. Mary saiu de casa dos pais para Plymonth à procura de uma melhor vida, no entanto esta nunca imaginaria que a sua vida pudesse tornar-se num inferno. Conheceu pessoas erradas que, apenas com 20 anos a levaram até ao banco dos réus por ter roubado um chapéu. O preço a pagar? A forca! Os relatos dos dias passados nas prisões foram descritos de uma forma bastante dura, cruel e desumana, mas que ainda assim Mary demonstrou ao longo de toda esta aventura uma força e um instinto de sobrevivência inigualável, o que me deixou com um a grande admiração por esta maravilhosa mulher.
Para evitar a forca Mary, bem como outros prisioneiros foram deportados.
Nesta longa viagem que a espera, podemos aperceber-nos de que os direitos Humanos nem sempre são respeitados e que no que toca aos prisioneiros não têm significado algum, pois estes são tratados como animais.
Nesta viagem a sobrevivência é fundamental e para isso qualquer coisa é válida para se poder sobreviver. Com todo este percurso da vida, muitos laços se criram, uns bons outros maus, registam-se ainda muitos nascimentos bem com muitas mortes. Para poder sobreviver e suportar todos estes desafios Mary mostra uma enorme coragem e mesmo nesse mundo tão cruel esta consegue obter o respeito de todos.
“Num dia apenas, com um gesto só, a vida de Mary mudou para sempre e não da forma que ela alguma vez teria imaginado.”
A mim esta história deixou-me por muitas vezes revoltada devido a todas estas injustiças. Posso também dizer que Mary passou a ser uma pessoa por quem tenho uma grande admiração devido a toda a natureza e foça com que conseguiu lutar para sobreviver a todas estas partidas da vida. Tenho muita pena que ninguém nunca se tenha interessado em saber o que foi feito desta mulher que demonstrou ao longo de todo o livro uma humanidade enorme, bem como uma aquisição de muitos valores.
19.6.10
José Saramago 1922-2010

"(...) é essa a nossa obrigação, (...), torná-los imortais, pois aí ficam, se de nós depende, Alcino, Brás, Cristóvão, Daniel, Egas, Firmino, Geraldo, Horácio, Isidro, Juvino, Luís, Marcolino, Nicanor, Onofre, Paulo, Quitério, Rufino, Sebastião, Tadeu, Ubaldo, Valério, Xavier, Zacarias."
10.6.10
Resultado do passatempo "Mário, o teu humor está no armário"
25.5.10
Crítica: "Shadow, O Confronto", de Joana Miguel Ferreira
Edição/reedição: Dezembro 2009
Páginas: 210
Formato: 23X15
Preço: 15 €
Enredados em incríveis jogos de poder, autênticos labirintos sufocantes que os obrigam a ultrapassar inúmeros obstáculos, Shadow e Niadji aprendem o valor da lealdade, da abnegação e, acima de tudo, do amor, assente na partilha e na cumplicidade.
Auxiliados por um cortejo de figuras fascinantes, vivendo aventuras mirabolantes e absolutamente surreais, em que o Bem e o Mal se confundem e se misturam vezes sem conta, fazendo-os questionar-se sobre a essência do Ser, os dois jovens emaranham-se nas suas próprias emoções, culminando na verdadeira descoberta do seu íntimo.
______________________________________________
Vou ficar atenta a esta escritora pois, apesar de estes pequenos senãos (que na minha opinião não me fizeram deixar a leitura desta estória épica), foi uma leitura leve, agradável e interessante. Chamo é a atenção à editora pois o trabalho de revisão e edição deveria ter sido mais crítico quanto a pontuações de forma a terem melhorado algo o livro, para não falar de que haviam algumas palavras «comidas». Enfim, uma leitura aconselhável que acho que faltou a palha de que por vezes me queixo no sentido em que gostava de ter conhecido melhor as personagens.
19.5.10
Passatempo: "Mário, o teu humor está no armário", de Raul de Orofino
Sinopse: Em Mário, o teu humor está no armário, Raul de Orofino apresenta o percurso de êxito, analisa os conceitos intrínsecos, a repercussão internacional (Brasil, Portugal, Espanha, Itália), as reações e depoimentos dos espetadores da peça homónima. E ainda o texto da própria peça.
É o humor como caminho para o sucesso. Não é por isso de admirar que esta premissa tenha sempre uma excelente aceitação junto das empresas. O riso é uma linguagem universal e, quando utilizamos este maravilhoso instrumento que é o humor no dia-a-dia, podemos viver com mais qualidade e podemos amar melhor.
«O HUMOR é o meio que o fará escutar melhor as pessoas e que matará o medo do desconhecido. Você estará, então, aberto para lidar com as dificuldades, crises e desafios da sua vida pessoal e profissional. E, acima de tudo, o HUMOR irá fazê-lo ficar ENCANTADO com a vida, pois dar-lhe-á energia para viver o momento presente percebendo a diferença de cada dia, de cada momento da vida. É através do HUMOR, da sua alegria de viver, que poderá aceitar melhor as diferenças de cada pessoa!»
A primeira vez que pisou um palco tinha 4 anos; fazia o papel de um anjinho. Aos 13 anos começou a fazer teatro amador na escola e nunca mais parou. Tornou-se ator profissional cinco anos depois e participou em espetáculos e minisséries. Entre os 18 e os 31 anos deu aulas de teatro e começou a dirigir espetáculos para apresentá-los em locais pouco convencionais, como bares e universidades.
Estreou-se em Portugal em 1999, com um espetáculo na Embaixada do Brasil, em Lisboa. No mesmo ano, um hotel da capital convidou-o a mostrar o seu trabalho e, desde então, já faz espetáculos em várias empresas e instituições. Atualmente apresenta os seus espetáculos/palestras também no Brasil, Espanha, Itália e Angola, em português, inglês, espanhol e italiano. Em 2010 completa 20 anos a fazer teatro em lugares não-convencionais.
*Formulário desactivado*
- O passatempo é válido até às 23:59 h do dia 3 de Junho;
- O passatempo só é válido para residentes em Portugal continental e ílhas;
- O vencedor será notificado por e-mail assim como será publicado aqui no blogue.







