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11.11.09

Crítica:"O Beijo do Highlander", de Karen Marie Moning


Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 320
Editor: Saída de Emergência
P.V.P.: 18.95 €


Sinopse: Exausta do trabalho e saturada do quotidiano, Gwen Cassidy decide marcar uma viagem à Europa. O destino escolhido são as verdes Highlands da Escócia. Mas a esperança de encontrar o homem dos seus sonhos desvanece quando percebe que a sua fantástica viagem é afinal uma excursão de idosos. Frustrada, decide deambular sozinha pelas colinas de Loch Ness, onde acaba por escorregar e cair numa caverna há muito abandonada.
de Nessa caverna, jaz Drustan Mackeltar, um lorde escocês adormecido por um feitiço há quinhentos anos, que começa a desenvolver um sentimento controverso pela fascinante personalidadeGwen. Irreverente e impulsiva, ela não é nada como as mulheres que se cruzaram na sua vida. Será ela uma mulher à altura de um lorde como Drustan?


Opinião: Este livro começa no século XVI, em Highlands da Escócia, onde o personagem principal, Drustan Mackeltar é adormecido para toda a eternidade. Entretanto a outra personagem principal Gwen Cassidy, acorda-o, (de uma maneira completamente divertida), tendo então a partir daí um longo caminho a percorrer para ajudar Drustan a voltar ao seu século.Ao longo do caminho estas duas personagens apaixonam-se.
Este é um livro bastante cativante, (um puro vicio), quando o comecei a ler não conseguia parar queria sempre saber o que aconteceria a seguir. As personagens são incrivelmente fascinantes, especialmente a Gwen, uma mulher normal, com 25 anos, um pouco distraída e licenciada em física, que teve que aprender a acreditar que o amor existia, assim como era possível que Drustan fosse um lorde do século XVI.
Quanto a Drustan ele era um pouco arrogante, no entanto apercebe-mo-nos ao longo da história que ele é assim devido ao que lhe aconteceu no passado, mas o amor vai muda-lo.
Eu simplesmente adorei este livro, a história, as personagem e especialmente as diferenças a que Gwen encontrou do seu século para o século XVI.
A cada página encontra-se sempre um pormenor que nos faz rir, devido ao humor que se encontra presente, o final do livro foi fantástico, (quando tudo parecia desmoronar-se, uma vez sem o seu amado, Gwen consegue-o de novo), e penso que deveria ter um pouco mais de magia (druidismo).

Eu não conhecia a autora, mas posso afirmar que ganhou uma nova fã, assim como sei que ganhará muitos mais . ;D

P.S. Aprendi uma nova palavra .... Galdras :P


Este livro está mais que recomendado :),




26.10.09

Crítica: "O Jovem Samurai – A Via do Guerreiro”, de Chris Bradford

Edição: Julho de 2009
Tradução: Artur Lopes Cardoso
Páginas: 284
Editora: QuidNovi
P.V.P.: 13,50€


Sinopse: Agosto de 1611. A embarcação onde viaja Jack Fletcher naufraga junto à costa do Japão – e o seu querido pai e toda a tripulação são massacrados por piratas ninja. Salvo pelo lendário mestre de esgrima Masamoto Takeshi, a única esperança de Jack é tornar-se um guerreiro samurai. E, assim, começa a sua formação... Mas a vida numa escola de samurais é uma luta constante pela sobrevivência. Mesmo com a fiel Akiko do seu lado, Jack é perseguido por brutamontes e tratado como um proscrito. Com coragem no coração e a espada erguida bem alto, poderá Jack mostrar o seu valor e enfrentar o seu mais mortífero rival?


Sobre o autor: Chris Bradford adora voar. Já fez bungee jumping nas cataratas Vitória, atirou-se de um avião algures na Nova Zelândia e sobrevoou de parapente as montanhas de França, mas aterrou sempre com segurança – algo que aprendeu com as artes marciais. Aos sete anos, Chris entrou para uma academia de judo, onde se apaixonou por dar murros no ar, atirar pessoas ao chão e fazer imensas vénias. Desde essa tenra idade, praticou karaté, kickboxing, aprendeu a arte de manejar a espada samurai e conquistou o cinturão negro em Kyo Shin taijutsu, a arte secreta da luta ninja. Antes de começar a escrever a trilogia O Jovem Samurai, Chris era músico profissional e letrista. Chegou a tocar para Sua Majestade a Rainha Isabel II. Mora numa aldeia numa aldeia em South Downs, no Sul de Inglaterra, com a mulher e os dois gatos. É também o vencedor dos prémios «Livro do Ano» dos Fighting Spirit Awards e Prémio da Fundação Sasakawa da Grã-Bertanha, tendo sido também nomeado para os prémios RedHouse Book Awards e CILIP Carnegie Medal.
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A história deste jovem é envolvente e fantástica! Chris Bradford presenteia-nos com uma história sobre um rapaz inglês – Jack – que perde o seu pai e tripulação devido a um massacre por ninjas no Mare Japona. Após o naufrágio do seu navio, é salvo pelo lendário samurai Masamoto Takeshi, que acaba por adoptá-lo. É aos cuidados de Masamoto, que Jack conhece Akiko, a sua fiel amiga na difícil jornada que se desenvolve ao longo do livro.


Este livro mostra-nos a cultura de um samurai de forma extraordinária. Repleta de acção, esta história convida-nos a experimentar o mundo das artes marciais não só a nível físico, como também a despeito espiritual.
Ao decorrer da história, o autor coloca-nos frente-a-frente com o dia-a-dia de um samurai, com os costumes fascinantes do povo japonês, vendo-se por vezes perdido pelo quão diferentes estes costumes são, bem como a importância da amizade e do respeito para com os outros.
O que mais gostei neste livro, foram as aulas de meditação do sensei Yamada pois ensina-nos a procurar o nosso karma através do processo de meditação chamado zazen. Nestas “aulas”, fiquei também a saber o que é uma Boneca Daruma – que não irei revelar, já que perderia o interesse.
A cultura portuguesa também está presente neste livro, embora não tenha gostado da forma como o autor tenha retratado o Frade.


Para os amantes e não amantes da cultura japonesa, este é um livros surpreendente, que faz chorar por ler a última palavra. A cultura samurai irá fascinar-vos tanto que quererão experimentar!
O próximo volume chama-se “O Jovem Samurai – A Via da Espada” e estou ansiosa por ver os progressos deste jovem samurai.


Recomendo! - Tatiana

(Publicado a 22/09/09 n'O Cantinho da Tati)