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14.4.10

Crítica: "Crepúsculo", de Stephenie Meyer

Editora: Edições Gailivro
Edição/reimpressão: Fevereiro de 2009
Páginas: 477
P.V.P.: 17,90€

Sinopse: A respeito de três aspectos, eu estava absolutamente segura. Em primeiro lugar, Edward era um vampiro. Em segundo lugar, uma parte dele - e eu não sabia qual era o poder dessa parte - ansiava pelo meu sangue. Por fim, em terceiro lugar, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele.

Sobre a autora: Stephenie Meyer nasceu na véspera de Natal, em Hartford, Connecticut, mas vive em Phoenix, no estado do Arizona desde os quatro anos de idade. É lá que vive com o seu marido e os seus três filhos. Licenciou-se em Literatura Inglesa, pela Brigham Young University. Após a publicação do seu primeiro romance, Twilight (entre nós publicado com o titulo Crepúsculo), Stephenie Meyer foi considerada "como uma das mais promissoras novas escritoras de 2005" (Publishers Weekly). O seu romance de estreia foi bem recebido pela critica tendo conseguido várias distinções entre as quais se destacam: A New York Times Editor's Choice; A Publishers Weekly Best Book of the Year, Amazon "Best Book of the Decade...So Far". Sem dúvida um romance de qualidade, já traduzido, até agora, em 20 línguas.

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Opinião: Livro que deu origem a um alarido tremendo sobre os vampiros, alarido esse que os voltou a colocar na moda da literatura, Crepúsculo é o primeiro de quatro livros sobre o amor incondicional e impossível de Bella e Edward. Quem já não ouviu falar sobre esta tão falada estória de amor? Bem, confesso que também eu fui vítima do vício que esta saga provoca e até agradeço à autora pelo impulso que me deu para a leitura pois sem esta saga não haveria mais uma viciada por cá.
Esta estória começa quando Isabella Swan se muda para Forks, uma pacata cidade onde chovia quase todo o ano, e conhece Edward Cullen, um rapaz misterioso e sedutor que, por alguma razão se mantém afastado de todos à excepção da sua família. Por entre negação e atracção, Bella insiste em descobrir a razão pela qual Edward é tão relutante à sua amizade e até mesmo à sua presença. Quanto mais se aproxima, maior é o perigo e maior e incondicional é o amor que nutre por ele e mal sabe ela as realidades que descobrirá e perigos que passará…
Ora, eu vi o filme antes de ler o livro e, como é de esperar, há certas parecenças mas não há nada como ler a obra original. O mote da estória não é novo nem nada de extraordinário mas a verdade é que a autora, com a sua escrita fluida e leve, consegue-nos prender entre risadas, acção, monotonia, (que por vezes aparece em demasia na saga), perigos, inseguranças e finalmente, o amor impossível, mas tão atraente, que nos prende à acção do livro como tão bem consegue a autora. As personagens são engraçadas assim como alguns episódios como o jogo de Basebol e (talvez uma das minhas partes favoritas pela descrição da autora que me fez querer ir ao local) a cena da clareira e dos bosques de Forks.
Concluindo, este primeiro livro é uma boa opção para descontrair e viver um amor e uma aventura bem passados. Para jovens é, então uma excelente escolha para nutrir o gosto pela leitura pois prende-nos e no seu resultado é uma estória interessante. Bem, quanto a este livro não posso dizer muito mais pois quase tudo está dito, posso é aconselhar também o filme pois até que não está mau de todo (embora não goste muito dos actores principais…).
Spoiler: Não posso deixar de referir Anne Rice, autora de Entrevista Com o Vampiro e Rainha dos Condenados, que é uma excelente escritora do género fantástico e totalmente hilariante!- Tatiana

12.3.10

"Eternidade" de Alyson Noël

Edição/reimpressão: Abril 2010
Editor: Gailivro
Nº Páginas:  ?
Colecção: 1001 Mundos
P.V.P.: ?

Sinopse: O primeiro livro da extraordinária nova série Os Imortais de Alyson Noël.
Entrem num mundo encantador onde o verdadeiro amor nunca morre...
Depois de um terrível acidente que lhe matou a família, Ever Bloom, de dezasseis anos, consegue ver as auras das pessoas que a rodeiam, ouvir os seus pensamentos e conhecer a histór...ia da vida de qualquer pessoa através de um simples toque. Desviando-se, sempre que possível, no sentido de evitar qualquer contacto humano e de esconder esses dons, Ever é vista como uma anormal na escola secundária à qual regressa.
Mas tudo muda, quando conhece Damen Auguste.
Damen é encantador, exótico e rico. E é a única pessoa que consegue silenciar o ruído e as manifestações de energia que invadem a cabeça de Ever. Ele transporta uma magia tão intensa que parece conseguir ler a alma de Ever.
À medida que Ever é arrastada para o sedutor mundo de Damen, onde abundam os segredos e os mistérios, começam a surgir-lhe mais perguntas do que respostas. Além de que não faz ideia de quem realmente é... ou daquilo que é. Apenas sabe que se está a apaixonar desesperadamente.
"Eternidade" - Um amor assim não tem fim.
 
Mais sobre a saga Os Imortais no site oficial.
Nas livrarias a 13 de Abril!

10.11.09

Novidades da Gailivro para Novembro

Um novo livro de Christopher Moore, o quarto livro publicado em Portugal de Anne McCaffrey, uma excelente obra de ficção científica e uma antologia de contos africanos. São estas as novidades que a Gailivro nos traz este mês... e parecem irresistíveis!




O Bobo

de Christopher Moore
Preço: 17,90 €

Sinopse: Homem de infinita graça, Pocket foi o bobo acarinhado de Lear durante anos; desde a época em que as filhas adultas do rei – a egoísta e ardilosa Goneril, a sádica Regan, (mas sexy a ponto de despertar fantasias eróticas), e a doce e leal Cordélia – eram apenas raparigas. Naturalmente que Pocket fica do lado do seu velho e tonto amo, quando Lear – insidiosamente encorajado por Edmund, o bastardo (em todos os sentidos possíveis e imaginários) – exige que as filhas lhe jurem o seu amor e devoção perante um grupo de convidados. É óbvio que Goneril e Regan ficam radiantes por poder lamber o rabo ao pai, enquanto Cordélia acha o pedido um tanto… bom… um tanto estúpido e a sua rude honestidade acaba por lhe custar a parcela do reino, que seria sua por direito, ainda acabando por ser expulsa ao pontapé. Agora, Pocket terá de recorrer a manobras bastante sofisticadas – lançar feitiços, instigar assassínios e provocar uma ou duas guerras (a treta do costume) – para conseguir que Cordelia volte a cair nas boas graças do Pai Lear, frustrando as manobras demoníacas das perversas irmãs e salvando de repetidos espancamentos o aprendiz de bobo, Drool, seu amigo gigantesco, desmesuradamente lerdo e invariavelmente lascivo … sem se esquecer de fornicar com todas as jovens apetecíveis… que pelo caminho se disponham a tal. Pocket pode ser um Bobo… mas não é um idiota.


Sobre o autor: CHRISTOPHER MOORE é autor de: “O Anjo Mais Estúpido”, “Minha Besta”, “Guia Prático para Cuidar de Demónios”, Fluke, Lamb, The Lusty Lizard of Melancholy Cove, Island of the Sequined Love Nun, Bloodsucking Fiends, Coyote Blue.
Dono e senhor de um aguçado sentido de humor Moore atira-se agora com unhas e dentes a um dos mais famosos textos de Shakspeare, O Rei Lear, recontando a história pela voz do magnifico Pocket, O Bobo da corte. Uma obra que traz de volta um Moore ao nível de O Anjo Mais Estúpido.


A Guerra é para os Velhos
de John Scalzi
Colecção: 1001 Mundos
Preço: 17,90 €

Sinopse: John perry fez duas coisas no dia do seu septuagésimo quinto aniversário.
Primeiro visitou a campa da mulher e a seguir alistou-se no exército. A boa notícia é que a humanidade finalmente é capaz de viagens interestrelares. A má noticia é que planetas capazes de sustentarem vida são escassos e que raças alienígenas, dispostas a Lutarem para ficar com os planetas, são comuns. Sendo assim, nós lutamos para defender a terra e para manter o direito aos planetas que descobrimos. Longe da terra, a guerra dura há décadas. É brutal, sangrenta e não dá tréguas. A terra é um planeta atrasado em termos de desenvolvimento. O grosso da tecnologia e do desenvolvimento da humanidade está nas mãos das forças de defesa coloniais. O que todos sabem é que, quando se atinge a idade da reforma, pode-se juntar às FDC. Não querem gente jovem, mas quem tem os conhecimentos e a experiência de décadas de vida. O candidato será levado da terra, onde nunca mais lhe é permitido voltar. Irá servir dois anos na frente de batalha. e, se sobreviver, receberá um pedaço de terra numa das, arduamente conquistadas, colónias novas. John perry resolveu aceitar a proposta. Ele tem uma vaga ideia do que o espera. Porque a verdadeira luta, a anos-luz de casa, é muito mais dura que tudo aquilo que ele pode imaginar.

Grande épico de Ficção Cientifica ao jeito dos clássicos 2001 ou Blade Runner.

Sobre o autor: Um dos autores mais promissores do momento.


A Canção do Dragão
de Anne McCaffrey
Colecção: 1001 Mundos
Preço: 14,90 €

Sinopse: Durante séculos, o mundo de Pern enfrentou uma força destrutiva, conhecida por Fios. Porém, os magníficos dragões que sempre protegeram Pern, assim como os homens e as mulheres que neles voavam, começaram a escassear. À medida que cada vez menos dragões deslizam pelos ares e a destruição insiste em cair do céu, Menolly, uma rapariga de quinze anos, tem apenas um sonho: cantar, tocar e compor a música que lhe é tão familiar – deseja tornar-se Harpista. Mas, apesar do seu grande talento, o pai acredita que uma rapariga não merece ocupar uma posição tão respeitada e proíbe-a de seguir os seus sonhos.
Menolly foge e depara-se com nove lagartos-de-fogo que poderão salvar o seu mundo… e mudar a sua vida para sempre.
Descubra a Trilogia completa de O Salão do Harpista.


Antologia do Conto Africano
de Org. Prof. Lourenço do Rosário
Preço: 17,90 euros

Sinopse: Moçambique é um país onde as estatísticas apresentam informação de que mais de 70% da sua população vive no campo. Em África a transmissão oral é a forma que os nacionais utilizam na passagem dos vários saberes de geração a geração. E a metodologia eficaz é condensar esses saberes nas narrativas. As narrativas, mais do que um género literário, são um verdadeiro repositório do universo cultural, filosófico, religioso, moral e até político das comunidades. Quando se produz uma antologia de narrativas africanas na sua forma escrita, e ainda por cima escrita em língua que não é a originária dos mesmos, o público leitor não faz a mínima ideia de quanto se empobrecem em informação substantiva do volume inicial de conteúdo dos tais vários saberes que as mesmas possuíam. Contudo, não se pode ficar imóvel, numa atitude conservadora de manutenção dos valores culturais de outrem, sobretudo quando este outrem interagiu com outras formas de civilização e culturas.


Sobre a autora: Lourenço Joaquim da Costa Rosário nasceu em 1949, em Marromeu, Moçambique. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante Português/Francês, pela Universidade de Coimbra, em Portugal, e Doutorado em Letras, especialidade de Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, pela mesma Universidade,desde Janeiro de 1987.
Tem leccionado em várias instituições de ensino superior de renome internacional como, entre outras, a Universidade de Hamburgo, na Alemanha, Universidade de Milão, em Itália, Universidade Federal de Minas Gerais, no Brasil, sendo actualmente professor da Universidade
Nova de Lisboa e Reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário - ISPU - em Maputo, Moçambique. Tem também a seu cargo a orientação de trabalhos de licenciatura, mestrado, doutoramento e pós-doutoramento...

(Fonte: As Leituras do Corvo)