7.8.12
Crítica "A Filha do Capitão" de José Rodrigues dos Santos
18.6.12
"Querido Papá", de Danielle Steel
Citação:
"Oliver rodeou a esposa com um braço e sorriu.(...) Tinha tudo, a vida que desejara, e uma mulher que fazia com que tudo valesse a pena. E não lhe sobrava a menor dúvida de que era o homem com mais sorte à superfície da Terra" p. 332
4.3.12
Crítica: "Por Favor não Matem a Cotovia" de Harper Lee
Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
Prémio Pulitzer
Durante os anos da Depressão, Atticus Finch, um advogado viúvo de Maycomb, uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos, recebe a dura tarefa de defender um homem negro injustamente acusado de violar uma jovem branca. Através do olhar curioso e rebelde de uma criança, Harper Lee descreve-nos o dia-a-dia de uma comunidade conservadora onde o preconceito e o racismo caracterizam as relações humanas, revelando-nos, ao mesmo tempo, o processo de crescimento, aprendizagem e descoberta do mundo típicos da infância. Recentemente, alguns dos mais importantes livreiros norte-americanos atribuíram grande destaque ao livro, ao elegerem-no como o melhor romance do século XX.
«Sem dúvida um verdadeiro fenómeno literário, este romance sulista não apresenta a mais pequena mácula nas suas delicadas folhas de magnólia. Divertido, alegre e escrito com uma precisão cirúrgica.» Vogue
«O estilo de Harper Lee revela-nos uma prosa enérgica e vigorosa capaz de traduzir com minúcia o modo de vida e o falar sulistas, bem como uma imensa panóplia de verdades úteis sobre a infância no sul dos EUA.» Time
“Por favor não matem a cotovia” é um livro impressionante. Narrado na primeira pessoa através de uma criança que, apesar de rebelde, é astuta e tão inocente quanto as outras.
Inicialmente, conta-se uma história simples e bonita de brincadeiras de crianças e os seus mistérios mas, com o desenvolvido da narrativa vamos nos apercebendo do envolvimento destas pessoas inocentes no processo judicial que o pai, Atticus Finch, estava a defender.
Por outro lado, no nosso dia a dia não temos tempo para reparar em injustiças e ainda menos vontade para nos aperceber delas. Contudo, pela visão de Scout conseguimos subtender os comentários e as opiniões maliciosas que vão correndo no livro. O quão inocente é esta criança que não percebe a diferença entre pretos e brancos, não entende porque o negros só podiam ir à Igreja no Domingo e os brancos quando quisessem, não sabe o porquê de a justiça para eles ser tão diferente da nossa e, principalmente, não compreende o que motiva este racismo.
Este livro alerta-nos ao racismo, à injustiça, à indiferença do povo. Apesar de ser uma história dos anos 30, tão actual que ela se encontra.
Definitivamente, recomendo a todos a lerem este livro e meditarem/reflectirem sobre a sociedade que nos inserimos.
“- Preferia que andasses aos tiros às latas no quintal, mas sei que vais andar atrás dos pássaros. Podes matar todos os gaios-azuis que encontrares, isto se lhes conseguires acertar, mas lembra-te que é pecado matar uma cotovia.”
Driqa*
20.1.12
Crítica: "Qualquer coisa de Bom" de Sveva Casati Modignani

• Autora: Sveva Casati Modignani
• Editora: Edições Asa
• Data Publicação: 2005-04-01 00:00:00
• P.V.P: 8,90 €
• N.º de páginas: 352
Sinopse: Uma herança inesperada e um amor que surge da vontade de ajudar aos outros.
Autores: Sveva Casati Modignani é um pseudónimo adoptado por um casal italiano, Bice Cairati e Nullo Cantaroni. Em público só aparece a mulher que se apresenta como Sveva. Esta dupla é muito conceituada na literatura italiana sendo a que mais sucesso alcança no estrangeiro.
Ludovica Magnasco de 29 anos é, a personagem principal, conhecida por Lula, uma rapariga afável, honesta, bonita, excelente cozinheira (os capítulos do livro tem nomes de receitas) e trabalhadora que começa como empregada a dias, posteriormente porteira de um prédio e no final gestora de um restaurante devido a uma misteriosa herança milionária de Alexandra Pluda Cavalii, uma residente do prédio (Lula descobre que era sua tia). Mas não é só do sucesso desta boa rapariga que o livro se debate mas no romance com o Dr. Guido Montini que no final da história acabam por casar. As várias prolepses retractam as histórias trágicas de amor da avó e mãe de Lula.
12.1.12
Crítica: " A Praia do Destino" de Anita Shreve
Autora: Anita Shreve
Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 416
Editor: Edições Asa
Sinopse
A arrebatadora história de um amor impossível. Uma meditação sobre o erotismos feminino e os preconceitos sociais.
Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de óston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carismático. Entre ambos nasce uma impensável e arrebatadora paixão. Sem ter em conta o sentido das conveniências ou da auto-preservação, Olympia mergulha de cabeça numa relação cujos resultados serão catastróficos - John tem quarenta anos, é casado e pai de quatro filhos…
Crítica:
“A Praia do Destino” é um livro que vi muitas vezes lá por casa, especialmente, porque a minha irmã o tinha junto à mesinha de cabeira. Os anos foram passando e o livro lá continuava. Assim, recentemente, decidi pegar-lhe e dar uma vista de olhos. Após várias tentativas de leitura, ontem finalmente consegui acabar de o ler.
Este livro reparte-se em três etapas muito bem identificadas. Conta-nos a história de um amor proibido entre Olympia, de 15 anos, e Haskel, com 40. Os primeiros capítulos centram-se em Olympia, na sua humilde e monótona vida e na visão que tem do mundo e do que a rodeia. Sendo esta uma parte um pouco secante, que me fez desistir o livro algumas vezes. No entanto, como o desenrolar dos acontecimentos esta apatia transformou-se numa adrenalina constante afim de tentar descobrir mais desta relação amorosa.
Simplesmente adorei o livro, a forma como a autora descreve as tradições e culturas da época, os preconceitos sociais, o papel submisso da mulher, a cultura franco-americana é fascinante. Chocante são as “disposições” que o pai de Olympia toma aquando o nascimento do filho desta, apenas por estar preocupado pela reputação dela e da família Biddford, ignorando a sua vontade. É, igualmente, gratificante a atitude desta rapariga quando decide recuperar o seu bem mais precioso, por isso para mim, a atitude desta após a leitura da sentença completamente insensata e irracional. Por outro lado, é magnífico o amor entre Olympia e Haskel que ambos sentem um pelo outro, mesmo após 4 anos de separação. Apesar de tudo o que sofreram e do sofrimento causado, estes dois amam-se incondicionalmente.
Afinal, tudo nesta vida se resumo ao mesmo: o amor entre homem e mulher e a forma como o concretizam, não interessa a idade nem o século em que nos encontramos pois, a vida é amor!
Excerto
"- Nunca deixei de te amar - diz ele - Nem por um minuto (...) Nunca pensei que um amor tão intenso pudesse perdurar por tanto tempo. (...) Nunca acreditei que isto fosse um erro.
(...)- Esta noite será nossa - diz ela - Vamos dormir um com o outro sem que ninguém nos perturbe."
P.S Podem encontrar a crítica de Monikita sobre o mesmo livro aqui: http://www.tastethisbook.blogspot.com/2010/02/critica-praia-do-destino-de-anita.html
Driqa*
12.9.11
Crítica: "Ainda bem que estás aqui" de Maria Daniela Raineri
"Ainda bem que estás aqui" é um livro de fácil leitura pois bastou duas noites para o terminar. Tal como indica a contra-capa, a história deste livro assemelha-se ao guião de um filme, é escasso em descrição e pormenores pecando bastante neste aspecto, baseado na acção e nada mais, ficando com a sensação que nada aprendemos depois sua leitura.
Apesar de conhecer pouco a cultura italiana, penso que a autora exagera um pouco nas personagens criadas, especialmente com Allegra, devido às suas atitudes exageradas e emotivas. Por outro lado, acho que falta à história imaginação e desenvolvimento, ficando à quem das expectitativas que o título pressupõe. Além disso, na minha opinião, é ridículo uma miúda viver com a amante do pai, depois da morte dos seus pais, sobretudo pela forma como os acontecimentos de desenrolaram. Talvez seja preconceito, mas a nossa sociedade é assim mesmo e eu não fugo à regra (por enquanto, espero). Por fim, admiro a atitude de Luisa ao aceitar de voltar Allegra mesmo depois de descobrir que esta dormiu com o namorado, do qual está grávida.
Concluindo, “Ainda bem que estás aqui” é um livro soft, o bastante para passar o tempo a ler intrigas de telenovelas.
Driqa*
23.4.11
Crítica: "Nômade" de Carlos Orsi Martinho

| Crítica: O “Nômade” de Carlos Orsi é um livro pequeno, de conteúdo acessível direccionado para os adolescentes. A sua história é narrada, essencialmente, por meio da acção da Peleu e Helena, ambos habitantes de Nômade, no módulo de Argos e Árcave, respetivamente. Apesar de, numa primeira parte, se incluir mais algumas personagens. Nômade? Mas afinal que planeta é este? Deixo esta curiosidade para vocês descobrirem (; Antes de iniciar a leitura deste livro confesso estive pouco apreensiva, pelo facto, de estar escrito em Português do Brasil, língua pessoalmente não aprecio. Contudo, “Nômade” conseguiu supreender-me, com uma linguagem acessível, não muito rica e enfraquecido das típicas expressões brasileiras, favorecendo-o. A história, em si, é criativa, interessante e recheada de imaginação, no entanto, falta a descrição pornomerizada dos momentos da acção, como quando Peleu e Helena atravessaram a muralha de fogo. Ainda não tinha percebido o que tinha acontecido realmente, e a acção já avançava velozmente. Senti que se perdeu muita informação dos acontecimentos narrados, informação essa, essencial. A rapidez da acção impediu o leitor de se envolver na narrativa. Apesar de estes temas não serem os meus preferidos, ler deste livro fez renascer em mim o “bichinho” da leitura, adormecido nestes últimos tempos. Assim, espero conseguir retomar os meus hábitos literários e dar um pouco mais de mim a este blog. Driqa* |
11.7.10
Crítica: “Nunca me esqueças”, Lesley Pearse
Sinopse:
Sobre a autora: Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te.
Opinião: Este livro baseou-se numa história verídica, que conta uma parte da vida de Mary Broad.
Mary Broad trata-se de uma filha de humildes pescadores da Cornualha, que irá passar por muitos sofrimentos, depressões, paixões, traições e humilhações. Mary saiu de casa dos pais para Plymonth à procura de uma melhor vida, no entanto esta nunca imaginaria que a sua vida pudesse tornar-se num inferno. Conheceu pessoas erradas que, apenas com 20 anos a levaram até ao banco dos réus por ter roubado um chapéu. O preço a pagar? A forca! Os relatos dos dias passados nas prisões foram descritos de uma forma bastante dura, cruel e desumana, mas que ainda assim Mary demonstrou ao longo de toda esta aventura uma força e um instinto de sobrevivência inigualável, o que me deixou com um a grande admiração por esta maravilhosa mulher.
Para evitar a forca Mary, bem como outros prisioneiros foram deportados.
Nesta longa viagem que a espera, podemos aperceber-nos de que os direitos Humanos nem sempre são respeitados e que no que toca aos prisioneiros não têm significado algum, pois estes são tratados como animais.
Nesta viagem a sobrevivência é fundamental e para isso qualquer coisa é válida para se poder sobreviver. Com todo este percurso da vida, muitos laços se criram, uns bons outros maus, registam-se ainda muitos nascimentos bem com muitas mortes. Para poder sobreviver e suportar todos estes desafios Mary mostra uma enorme coragem e mesmo nesse mundo tão cruel esta consegue obter o respeito de todos.
“Num dia apenas, com um gesto só, a vida de Mary mudou para sempre e não da forma que ela alguma vez teria imaginado.”
A mim esta história deixou-me por muitas vezes revoltada devido a todas estas injustiças. Posso também dizer que Mary passou a ser uma pessoa por quem tenho uma grande admiração devido a toda a natureza e foça com que conseguiu lutar para sobreviver a todas estas partidas da vida. Tenho muita pena que ninguém nunca se tenha interessado em saber o que foi feito desta mulher que demonstrou ao longo de todo o livro uma humanidade enorme, bem como uma aquisição de muitos valores.
25.5.10
Crítica: "Shadow, O Confronto", de Joana Miguel Ferreira
Edição/reedição: Dezembro 2009
Páginas: 210
Formato: 23X15
Preço: 15 €
Enredados em incríveis jogos de poder, autênticos labirintos sufocantes que os obrigam a ultrapassar inúmeros obstáculos, Shadow e Niadji aprendem o valor da lealdade, da abnegação e, acima de tudo, do amor, assente na partilha e na cumplicidade.
Auxiliados por um cortejo de figuras fascinantes, vivendo aventuras mirabolantes e absolutamente surreais, em que o Bem e o Mal se confundem e se misturam vezes sem conta, fazendo-os questionar-se sobre a essência do Ser, os dois jovens emaranham-se nas suas próprias emoções, culminando na verdadeira descoberta do seu íntimo.
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Vou ficar atenta a esta escritora pois, apesar de estes pequenos senãos (que na minha opinião não me fizeram deixar a leitura desta estória épica), foi uma leitura leve, agradável e interessante. Chamo é a atenção à editora pois o trabalho de revisão e edição deveria ter sido mais crítico quanto a pontuações de forma a terem melhorado algo o livro, para não falar de que haviam algumas palavras «comidas». Enfim, uma leitura aconselhável que acho que faltou a palha de que por vezes me queixo no sentido em que gostava de ter conhecido melhor as personagens.
| Reacções: |
14.4.10
Crítica: “Génesis 1: Gelo”, de Wolfgang e Heike Hohlbein
Crítica: "Crepúsculo", de Stephenie Meyer
| Reacções: |
28.3.10
Crítica: "A Gárgula" de Andrew Davidson

Autor: Andrew Davidson
Editora: Caderno
Colecção: Cadernos a Preto e Branco
Ano de Edição/ Reimpressão: 2008
Preço: 17,00€
Sinopse
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Opinião: É uma história intrigante devido aos seus personagens principais, um actor pornográfico que se transforma num ser humano queimado e passa a valorizar sentimentos, mesmo que não o admita. E de uma mulher esquizofrénica que vive o presente para cuidar de um homem, que afirma ter vivido com ele uma história trágica de amor, no século XIII.
Porém, as constantes mudanças entre o presente e as histórias narradas por Marianne Engel durante todo o livro, faz com que o leitor fique confuso, quer por se perde no rol da história principal, quer pelas histórias contadas por Angel: serão verdadeiras? Ou serão fruto da sua imaginação?!
Considero um livre interessante e enriquecedor, a nível de conhecimentos, no que se refere a doentes queimados e tudo o que engloba a sua recuperação, bem como a nível psiquiátrico, em toda caracterização e comportamento de Engel.
O interior do ser humano é mais bonito e gratificante de se conhecer. O que é importante é o sentimento de gostar de alguém tal como é, porque todos somos diferentes mas todos podemos ser muito especiais! É a mensagem que retiro deste livro.
MonikitA
14.3.10
Crítica: "O Grande Deus Pã", de Arthur Machen
Sinopse: Arthur Machen é famoso pelos seus contos do sobrenatural e horror. O seu sucesso foi alcançado em 1890 e tornou-se um dos escritores mais influentes do seu género no início do século XX. Ainda hoje a sua influência se reflecte nos mais variados ramos, da literatura à pintura, da música ao cinema (como em Labirinto del Fauno de Guillermo del Toro, inspirado no O Grande Deus Pã).
Os seus temas abordam frequentemente as implicações psicológicas do sobrenatural e o mundo metafísico. O seu imaginário vagueia frequentemente pelo gótico e o fantástico. O seu interesse pela religião, paganismo, oculto, alquimia, e kaballa, reflecte-se um pouco por toda a sua obra.Aclamado pelos maiores nomes do seu tempo: T.S. Eliot, Bernard Shaw, Algernon Blackwood, Bram Stoker, Arthur Conan Doyle, W.B. Yeats, Oscar Wilde, e mais tarde Jorge Luis Borges que o reconheceu como um escritor genial e através dele influenciou o realismo mágico.
Sobre o autor: Arthur Machen (3 de março de 1863 - 30 de março de 1947) foi um escritor e jornalista galês, famoso pelos seus contos e novelas de terror e fantasia, além de ter sido actor durante um certo tempo.
5.3.10
Crítica: "A Cidade dos Ossos", de Cassandra Clare
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Opinião: Clary sempre viveu uma vida simplória com a sua mãe e Luke, um quase tio, até que, numa discoteca em Nova Iorque, Pandemonium, assiste a um assassinato protagonizado por três jovens marcados com inúmeras tatuagens por todos os seus corpos.
13.2.10
Crítica: "Mistério em Connellsville", de Beatriz Neves Barroca
Esboçámos um aceno e fomos para o carro. Abri a porta e sentei-me no banco.
Estremeci e a memória do sonho dessa noite assaltou-me com um flash.”O
6.2.10
Crítica: "Despertar" - Crónicas Vampíricas, de L.J. Smith
Título original : Vampire Diaries – The AwekeningStefan Salvatore, o novo aluno de Fell’s Church, arrasta com ele um passado misterioso, e também alguém que apenas deseja vingança, o seu irmão Damon: são mais do que irmãos de sangue e o seu ódio ultrapassa as barreiras do tempo... Agora procuram reproduzir um mortífero triângulo amoroso que tem no centro Elena, jovem mais popular do liceu.







